domingo, 15 de outubro de 2017

europa dos pequeninos


dos povos há uma esperança que defina
um qualquer mistério que divide
dois rios que se cruzam e misturam
as águas lamacentas dos desejos
e chuvas de ódio espirradas.

há prisões por dentro da cidade
consciências que perdem o atino
famílias zangadas com o ninho
e vilões a roubar sonhos antigos 
na vaidade ...
como se a história fosse um conto de embalar.

inocências perdidas desde sempre
quando sombras emergem de nevoeiros
e barcos encalhados perdem o rumo dos instintos
sem porto que segure os seus destinos.

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